Prof. Dr. René Gertz

René Ernaini Gertz

(René E. Gertz)

 

René Ernaini Gertz (René E. Gertz) Sou professor nos Departamentos de História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Licenciado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), ingressei no mestrado em Ciência Política da UFRGS

Mais sobre René Gertz

Pesquisa

A Segunda Guerra Mundial no Rio Grande do Sul

A participação do Rio Grande do Sul na guerra, com soldados na FEB, os reflexos da guerra sobre a economia regional, os efeitos da mobilização política durante o conflito, além do vários outros, como as perseguições decorrentes da campanha de "nacionalização".

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Memórias de um imigrante anarquista

Memórias de um imigrante anarquista

" Em fevereiro de 1925 abri uma livraria com o nome de Livraria Internacional. Inicialmente pequena, minha mulher cuidava dela ao lado dos seus afazeres normais. Em 1927 vendemos nosso terreno e ampliamos o negócio, transferindo-o para a R. Voluntários da Pátria, 1195, onde ganhávamos o suficiente para nosso sustento... "

As vitrines de minha loja há muito tempo representavam uma trava no olho dos nazistas; ali eram expostos livros de autores que estavam proibidos no 'Terceiro Reich'. Havia inscrições berrantes: 'proibido por Hitler', 'noite de São Bartolomeu', 'Hitler, tuas vítimas acusam' cit-fim.png

Memórias de um imigrante anarquista

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" Em fevereiro de 1925 abri uma livraria com o nome de Livraria Internacional. Inicialmente pequena, minha mulher cuidava dela ao lado dos seus afazeres normais. Em 1927 vendemos nosso terreno e ampliamos o negócio, transferindo-o para a R. Voluntários da Pátria, 1195, onde ganhávamos o suficiente para nosso sustento... "

As vitrines de minha loja há muito tempo representavam uma trava no olho dos nazistas; ali eram expostos livros de autores que estavam proibidos no 'Terceiro Reich'. Havia inscrições berrantes: 'proibido por Hitler', 'noite de São Bartolomeu', 'Hitler, tuas vítimas acusam' cit-fim.png

Feitoria, São Leopoldo - RS

Karl Von Koseritz: Seleção de textos

" Vamos analisar de maneira mais detida e minuciosa esse absurdo sistema dos partidários dos direitos proibitivos e protecionistas, porque, tratando deles, metemos o dedo sobre uma das mais profundas e perigosas chagas de nossas instituições, e do sistema econômico até hoje seguido no Brasil, que tem dado em resultado a situação anômala em que se acha essa terra tão abençoada pela natureza, quão descurada dos homens, que, sendo mais rica de recursos naturais que nenhuma outra, vive entretanto em relativa miséria, porque espíritos acanhados têm ferido de frente todas as regras da economia, sufocando a produção e a indústria, próprias do país, por um peso de impostos...cit-fim.png

Feitoria, São Leopoldo - RS

Karl Von Koseritz: Seleção de textos

" Vamos analisar de maneira mais detida e minuciosa esse absurdo sistema dos partidários dos direitos proibitivos e protecionistas, porque, tratando deles, metemos o dedo sobre uma das mais profundas e perigosas chagas de nossas instituições, e do sistema econômico até hoje seguido no Brasil, que tem dado em resultado a situação anômala em que se acha essa terra tão abençoada pela natureza, quão descurada dos homens, que, sendo mais rica de recursos naturais que nenhuma outra, vive entretanto em relativa miséria, porque espíritos acanhados têm ferido de frente todas as regras da economia, sufocando a produção e a indústria, próprias do país, por um peso de impostos...cit-fim.png

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Opinião

Considerações sobre opiniões e estudos em torno de nazismo e “neonazismo” no Brasil

 

 

Em 1975, ingressei no mestrado em Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e, após algumas peripécias para escolher um tema de dissertação, acabei fazendo uma pesquisa sobre o integralismo na assim chamada “região colonial alemã” do estado, sob orientação de Hélgio Trindade. O próprio Hélgio e, também, eu estávamos absolutamente convictos de que a presença da Ação Integralista Brasileira (AIB) nessas regiões só poderia ser explicada a partir de variáveis “étnico”-culturais. Mas – ainda que, na época, eu nunca tivesse ouvido falar do historiador alemão Reinhart Koselleck – as fontes acabaram “vetando”, de forma clara, a hipótese inicial, a qual, até então, para mim e para 100% do senso comum (...).

 

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