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Creio que a primeira vez em que usei a expressão “imprensa de latrina” foi na nota “A estagiária nazista”. Ali, inclusive, refleti sobre meu drama pessoal - como infartado -, por ter de defender, com unhas e dentes, na qualidade de democrata, a liberdade total de imprensa, a qual, no entanto, em sua incomensurável irresponsabilidade, não para de produzir excrementos.
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“A erudição protege de descobertas inéditas” (Hermann Heimpel)
(mesmo que já tenha utilizado essa epígrafe em um artigo,
anos atrás, não posso deixar de repeti-la aqui).
[Foram acrescentadas ao texto, lá no final, uma réplica e uma tréplica].
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Não conheço o jornalista Daniel Scola, da RBS, mas deve ser um profissional importante na empresa, pois ouço com muita frequência intervenções suas, sobretudo em transmissões de rádio. No caderno DOC de Zero Hora referente a 23, 24 e 25 de dezembro de 2017 (p. 22), publicou uma entrevista com Tânia Terezinha da Silva, prefeita de Dois Irmãos. Eleita pela primeira vez em 2012, reelegeu-se em 2016. Por ocasião de sua primeira eleição, uma colega de Scola, no caderno Donna, do mesmo jornal, escreveu as asneiras que relato nas notas “A prefeita negra da Baumschneis” e “Atenção, hiper-racistas sedizentes antirracistas, a negra da Baumschneis fica”: “Surgiu da campanha eleitoral a definição que abriga, na mesma frase, a forasteira negra e a cidade de colonização alemã, a popularidade de uma dobrando a desconfiança de outra, a acolhida não deixa de evidenciar a maior diferença entre ambas”. Na época, fiz uma pesquisa na internet que indicou (mesmo que, obviamente, não com 100% de garantia de correção) que ela foi uma das apenas três mulheres negras eleitas prefeitas em todo o Brasil (as outras duas foram eleitas em PE e BA).
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Provavelmente em função dos acontecimentos de Charlottesville/EUA, em agosto deste ano, duas revistas brasileiras de suposta ou efetiva divulgação científica dedicam matérias ao tema nazismo/”neonazismo”, em suas edições de outubro de 2017. Trata-se de GALILEU e SUPERINTERESSANTE. Nesta nota, tratarei da primeira revista, na próxima nota trato da segunda.
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Em outubro de 2017, a revista SUPERINTERESSANTE dedica um dossiê a nazismo/”neonazismo” no Brasil. Contei 13 textos diferentes – com uma variedade de autore(a)s. Não vou arrolar e comentar todos os temas abordados, mas o panorama é amplo, e mesmo que o(a)s autore(a)s não sejam historiadore(a)s profissionais, nota-se um bom preparo.
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